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	<title>Adore Dental Studio</title>
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	<description>Uma vida de sorrisos</description>
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	<title>Adore Dental Studio</title>
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		<title>Periodontia e Cardiologia &#8211; cooperação entre as especialidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Arcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2024 19:13:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Federação Europeia de Periodontologia (EFP) e a Federação Mundial do Coração (WHF) lançaram uma campanha pedagógica em escala mundial para destacar as ligações entre as doenças periodontais e cardiovasculares e informar quais os passos que os dentistas, médicos e pacientes devem adotar para a prevenção e tratamento destas patologias. Com o nome Perio &#38; [&#8230;]]]></description>
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<p>A Federação Europeia de Periodontologia (EFP) e a Federação Mundial do Coração (WHF) lançaram uma campanha pedagógica em escala mundial para destacar as ligações entre as doenças periodontais e cardiovasculares e informar quais os passos que os dentistas, médicos e pacientes devem adotar para a prevenção e tratamento destas patologias.</p>



<p>Com o nome Perio &amp; Cardio, a campanha educacional tem por base o site perioandcardio.efp.org e quer sensibilizar os pacientes com doenças gengivais para o risco mais elevado de sofrer com doenças cardiovasculares, incluindo enfarte do miocárdio e AVC. Segundo a campanha, estes pacientes devem gerir os fatores de risco, como fumar, falta de exercício, excesso de peso, tensão arterial e dietas ricas em gorduras saturadas e açúcares refinados.</p>



<p>Outra das principais mensagens da iniciativa é que os pacientes que sofrem tanto de periodontite como de doença cardiovascular podem ter um risco mais elevado de complicações cardiovasculares e devem seguir cuidadosamente os regimes dentários recomendados.</p>



<p>A iniciativa disponibiliza material educativo dirigido a dentistas, cardiologistas, profissionais de saúde e ao público. Os materiais baseiam-se na contribuição científica dos principais especialistas mundiais da EFP e da WHF. O site contém ainda documentos de recomendação, infográficos, um filme animado, e outros materiais educativos.</p>



<p>Todo o material deriva do relatório de consenso “Periodontite e doença cardiovascular”, publicado em fevereiro de 2020 pelo Journal of Clinical Periodontology da EFP.</p>



<p>“Perio &amp; Cardio é particularmente importante porque esboça as ligações robustas entre a saúde oral e sistémica, e também salienta que ao salvaguardar a nossa saúde gengival estamos contribuindo ativamente para a nossa saúde cardíaca e cardiovascular”, explica Filippo Graziani, antigo presidente da EFP e coordenador da campanha Perio &amp; Cardio.</p>



<p>A periodontite, a doença gengival mais frequente, tem uma prevalência global de 45-50%, e a sua forma grave afeta 11,2% da população mundial, o que a torna na sexta condição humana mais comum.</p>



<p>As doenças cardiovasculares são responsáveis por 17,9 milhões de mortes por ano a nível mundial (um terço de todas as mortes), incluindo 3,9 milhões na Europa (45% de todas as mortes), sendo as doenças cardíacas isquêmicas, AVC, e hipertensão que levam à insuficiência cardíaca as principais causas. Embora as taxas de mortalidade estejam a diminuir, os números absolutos aumentaram nos últimos 25 anos, devido ao envelhecimento da população.</p>



<p>“A maioria das pessoas desconhece o risco crescente de doenças cardíacas associadas a uma saúde periodontal deficiente”, explica Jean-Luc Eiselé, CEO da Federação Mundial do Coração. “Este projeto visa sensibilizar não só o público em geral, mas também enfermeiros, dentistas, cardiologistas e outros profissionais de saúde que desempenham um papel fundamental na gestão dos fatores de risco de doenças cardíacas entre os seus pacientes. Estamos orgulhosos por unir forças com a Federação Europeia de Periodontologia para destacar esta importante questão.”</p>



<p><a href="https://www.saudeoral.pt/destaques/campanha-perio-cardio-destaca-ligacoes-entre-saude-periodontal-e-doencas-cardiovasculares">https://www.saudeoral.pt/destaques/campanha-perio-cardio-destaca-ligacoes-entre-saude-periodontal-e-doencas-cardiovasculares</a></p>



<p>Felipe Arcas</p>
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		<title>Implantes dentais &#8211; etapas do tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Arcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2024 18:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Implantes dentários são uma das mais refinadas e sofisticadas opções para a reabilitação de perdas dentárias disponíveis hoje. Se você está considerando um implante dentário, saiba que está escolhendo uma solução premium, duradoura e confiável. Aqui está o que esperar desse procedimento de alta qualidade. Sua jornada começa com uma consulta detalhada. Como em uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Implantes dentários são uma das mais refinadas e sofisticadas opções para a reabilitação de perdas dentárias disponíveis hoje. Se você está considerando um implante dentário, saiba que está escolhendo uma solução premium, duradoura e confiável. Aqui está o que esperar desse procedimento de alta qualidade.</p>



<p>Sua jornada começa com uma consulta detalhada. Como em uma avaliação minuciosa de um sommelier, iremos compreender as nuances da sua saúde bucal, discutindo suas necessidades e expectativas e planejando cuidadosamente o procedimento. Tecnologias de ponta, como a tomografia computadorizada, podem e devem ser usadas para garantir a melhor abordagem para o seu caso.</p>



<p>O próximo passo é o planejamento meticuloso do procedimento, uma etapa que reflete o cuidado e a atenção aos detalhes que você esperaria de um chef premiado preparando um menu gourmet. O dentista garantirá que o implante seja posicionado de forma ideal para oferecer a melhor estética e funcionalidade.</p>



<p>O procedimento cirúrgico de colocação do implante é realizado com anestesia local e é mais simples e menos desconfortável do que muitos pacientes imaginam.</p>



<p>Depois, como o período de envelhecimento de um bom vinho, aguardamos a osseointegração, tempo em que o implante se une ao osso da maxila ou mandíbula, proporcionando uma base forte para receber a nova coroa. Esta fase requer tempo, mas é essencial para o sucesso do processo.</p>



<p>Finalmente, chega o momento de colocar a coroa do dente. É a sensação de estrear uma peça de alta costura ou de contemplar uma obra de arte concluída. A nova coroa é personalizada para se adequar ao seu sorriso e é fixada ao implante, completando a restauração.</p>



<p>O cuidado com o implante dentário após a cirurgia é como a manutenção de um bem precioso &#8211; requer atenção regular, mas com a devida manutenção, seu implante pode durar a vida toda.</p>



<p>Em resumo, o processo de obtenção de um implante dentário é uma jornada de restauração do sorriso que reflete o seu gosto pela qualidade, precisão e durabilidade. É uma solução moderna que lhe oferece o melhor da Odontologia atual, aliando beleza e saúde.</p>



<p>Felipe Arcas</p>



<p></p>
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		<title>Bruxismo em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Arcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2024 13:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Bruxismo é um termo “guarda-chuva” que reúne diferentes condições motoras dos músculos da mastigação, incluindo ranger dos dentes, apertamento dos dentes e contração ou protrusão da mandíbula. Muito se ouve hoje sobre o bruxismo do sono e o bruxismo em vigília. De acordo com uma reunião de consenso internacional realizada em 2017*, o bruxismo do [&#8230;]]]></description>
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<p>Bruxismo é um termo “guarda-chuva” que reúne diferentes condições motoras dos músculos da mastigação, incluindo ranger dos dentes, apertamento dos dentes e contração ou protrusão da mandíbula.</p>



<p>Muito se ouve hoje sobre o bruxismo do sono e o bruxismo em vigília. De acordo com uma reunião de consenso internacional realizada em 2017*, o bruxismo do sono é uma atividade dos músculos da mastigação durante o sono, caracterizada como rítmica (fásica) ou não rítmica (tônica), ou seja, tanto o apertamento quanto o ranger dos dentes são considerados bruxismo. Já o bruxismo em vigília é definido como atividade dos músculos da mastigação durante a vigília, caracterizada pelo contato repetitivo ou sustentado dos dentes e/ou pela retração ou protrusão da mandíbula.&nbsp;</p>



<p>O bruxismo em crianças, assim como em adultos, tem uma etiologia complexa e multifatorial. Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento dessa condição em pacientes jovens. Entre as possíveis causas, destacam-se os fatores psicológicos. Estresse e ansiedade são considerados fatores de risco significativos para o bruxismo infantil. Além disso, estudos recentes têm levantado a possibilidade de uma base genética para o bruxismo. Certos genes foram associados a uma maior predisposição ao bruxismo em crianças, o que sugere que a hereditariedade desempenha um papel importante.</p>



<p>Uma revisão sistemática recente* trouxe à tona algumas questões a serem analisadas por pais/responsáveis e profissionais de saúde:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior incidência de bruxismo parece ocorrer em crianças de famílias com melhores condições socioeconômicas e culturais. Isso pode estar relacionado à quantidade de atividades e obrigações dessas crianças em relação a crianças de famílias com piores condições socioeconômicas.</li>



<li>Estudos realizados com polissonografia têm evidenciado aumento do bruxismo em crianças.</li>



<li>Perturbações no sono, como luzes e sons, além da diminuição do tempo de sono, têm sido associados ao bruxismo.</li>



<li>Há uma correlação entre parafunções (roer unha, morder objetos, lábios, uso prolongado de chupeta/dedo, entre outras) com a incidência de bruxismo do sono.</li>



<li>Da mesma maneira, o uso de alinhadores e aparelhos removíveis também parecem estar relacionados a&nbsp;&nbsp;hábitos em vigília associados a atividades musculares (bruxismo em vigília) e bruxismo do sono.</li>
</ul>



<p>Alguns medicamentos têm sido associados ao aumento do risco de bruxismo em crianças. Um exemplo notável é a classe de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos, especificamente os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS). Como profissionais de saúde que lidam com pacientes pediátricos, é fundamental estar ciente dessa possível associação entre medicamentos e bruxismo. No entanto, é importante lembrar que a relação entre medicamentos e bruxismo pode variar de pessoa para pessoa, e nem todas as crianças que tomam esses medicamentos desenvolverão bruxismo.</p>



<p>A abordagem clínica para o diagnóstico e tratamento do bruxismo em crianças deve ser cuidadosa e individualizada. O diagnóstico preciso requer uma avaliação clínica completa, incluindo histórico médico e odontológico detalhado, observação de sintomas como desgaste dental anormal, dor facial e cefaleias matinais, além de uma análise crítica dos medicamentos em uso. O tratamento pode envolver uma abordagem multidisciplinar, incluindo fisioterapia, dispositivos oclusais para proteger os dentes, terapia psicológica em casos relacionados ao estresse e, quando apropriado e sob orientação médica, o ajuste de medicação. Entre os dispositivos oclusais utilizados estão as placas estabilizadoras com ou sem expansor e aparelhos monoblocos como Bionator.</p>



<p>Apesar do risco de desgaste dentário e desenvolvimento de problemas articulares/musculares, o bruxismo é uma medida protetiva do organismo. Nos casos de apneia e ronco, por exemplo, a movimentação mandibular proporciona leve aumento do espaço aéreo, melhorando a passagem do ar, ou, nos casos de apneia, fazendo o indivíduo voltar a respirar. Além disso, em pacientes com refluxo gastroesofágico, há uma maior incidência de bruxismo. Sabe-se que nesses casos os movimentos mandibulares mantêm a patência da via aérea, além de promover o aumento de fluxo salivar por movimentação da orofaringe.</p>



<p>Crianças com bruxismo do sono têm maior probabilidade de apresentar outros distúrbios do sono, como roncos, sonambulismo e apneia. Quanto à apneia do sono em crianças, a prevalência é estimada entre 0,7% e 3% das crianças brasileiras. No entanto, esses números são apenas estimativas e a prevalência real pode variar. Além disso, muitos casos de ronco e apneia do sono podem não ser diagnosticados. É importante que pais e profissionais possam diagnosticar corretamente o bruxismo em crianças, prevenir potenciais consequências e identificar possíveis comorbidades.</p>



<p>Referencias</p>



<p>*Lobbezoo F, Ahlberg J, Raphael KG, Wetselaar P, Glaros AG, Kato T et al.&nbsp;International consensus on the assessment of bruxism: Report of a work in progress. Journal of Oral Rehabilitation. 2018 nov.;45(11):837-8441</p>



<p>** Bulanda, S., Ilczuk-Rypuła, D., Nitecka-Buchta, A., Nowak, Z., Baron, S., &amp; Postek-Stefańska, L. Sleep Bruxism in Children: Etiology, Diagnosis, and Treatment-A Literature Review. International Journal of Environmental Research and Public Health. 2021 Sep.;18(18):9544.</p>



<p>Luciana Arcas</p>
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		<title>Osteoporose não é obstáculo para o tratamento com implantes dentários</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 19:55:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Journal of Dental Research publicou os resultados de um estudo de 5 anos que conclui que as pacientes mulheres com osteoporose podem ser tratadas com implantes dentários. Estima-se que 1 em cada 2 mulheres com mais de 50 anos de idade podem apresentar fraturas ósseas devido à osteoporose. A fim de reduzir a progressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Journal of Dental Research publicou os resultados de um estudo de 5 anos que conclui que as pacientes mulheres com osteoporose podem ser tratadas com implantes dentários.</p>



<p>Estima-se que 1 em cada 2 mulheres com mais de 50 anos de idade podem apresentar fraturas ósseas devido à osteoporose.</p>



<p>A fim de reduzir a progressão da doença e eventuais fraturas, as pacientes muitas vezes recebem medicações.</p>



<p>Efeitos adversos bem conhecidos incluem risco aumentado de necrose óssea quando da execução de procedimentos como extrações, cirurgias ósseas e instalação de implantes.</p>



<p>Evitar implantes dentários em pacientes com osteoporose, por causa da má qualidade óssea ou os efeitos negativos que a medicação poderia causar na cicatrização pós-cirúrgica, impediu que muitos pacientes recebessem esse tipo de tratamento.</p>



<p>Dados recentes indicam que pacientes com osteoporose apresentam resultados igualmente bons para um grupo controle sem osteoporose.</p>



<p>Implantes dentários com uma superfície nano-específica OsseoSpeed ​​foram avaliados por um período de até 5 anos e os pacientes do grupo osteoporótico mostraram uma resposta óssea e dos tecidos moles similarmente boa ao grupo controle saudável.</p>



<p>Em ambos os grupos, a perda óssea média foi de apenas 0,09 mm no total. Os pacientes deste estudo foram diagnosticados com osteoporose, mas ainda não haviam recebido medicação contra reabsorção óssea (ou seja, bisfosfonatos).</p>



<p>No estudo, todos os implantes foram bem sucedidos durante o período de cicatrização antes de serem colocadas as coroas e pontes.</p>



<p>A estabilidade inicial dos implantes foi menor no grupo osteoporótico em comparação com o grupo saudável, mas todos os implantes puderam seguir para a etapa de confecção dos dentes.</p>



<p>Felipe Arcas</p>
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		<title>Mudanças hormonais e a saúde bucal</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 19:54:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A conexão entre saúde bucal precária e o risco elevado de doenças sistêmicas foi estabelecida há muito tempo, razão pela qual a prática de uma boa higiene bucal é tão crucial. Em um estudo recente, pesquisadores com interesse conjunto na saúde da mulher examinaram as variações de desequilíbrio no microbioma oral (conjunto de microorganismos encontrados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A conexão entre saúde bucal precária e o risco elevado de doenças sistêmicas foi estabelecida há muito tempo, razão pela qual a prática de uma boa higiene bucal é tão crucial.</p>



<p>Em um estudo recente, pesquisadores com interesse conjunto na saúde da mulher examinaram as variações de desequilíbrio no microbioma oral (conjunto de microorganismos encontrados na boca) durante o ciclo menstrual.</p>



<p>Eles descobriram que as flutuações hormonais que ocorrem enquanto as mulheres menstruam podem perturbar seu microbioma oral, comprometendo assim sua saúde oral.</p>



<p>O estudo MiMens (Microbioma durante o ciclo menstrual), visa descrever a dinâmica do microbioma durante o ciclo menstrual, é uma colaboração a longo prazo entre as clínicas de fertilidade do Rigshospitalet e do Hospital Hvidovre em Copenhague, Dinamarca, e o Centro de Pesquisa Translacional de Microbiomas do Karolinska Institutet em Estocolmo, Suécia.</p>



<p>Os pesquisadores investigaram vários aspectos da saúde da mulher em relação ao microbioma no intestino, vagina e cavidade oral.</p>



<p>No total, os pesquisadores recrutaram 103 mulheres que tinham um ciclo menstrual regular e estavam em idade reprodutiva em clínicas ginecológicas em Copenhague e traçaram o perfil de seu microbioma salivar no Karolinska Institutet.</p>



<p>Em seguida, avaliaram o efeito dos contraceptivos hormonais, hormônios sexuais, dieta e fumo sobre o microbioma oral durante as fases menstrual, folicular e luteal do ciclo menstrual.</p>



<p>De acordo com os resultados, os pesquisadores não observaram mudança geral significativa na diversidade dos microorganismos durante o ciclo menstrual. Entretanto, descobriram que grupos específicos de bactérias variou muito, especialmente durante a fase luteal do ciclo.</p>



<p>Os autores observaram que o uso de contraceptivos orais teve influência limitada sobre o microbioma oral, mas que o tabagismo e os maiores consumos de açúcar resultaram em maiores alterações da microbiota durante a transição das fases hormonais, em linha com a deterioração da saúde oral.</p>



<p>Discutindo as implicações do estudo para a odontologia, Bostanci observou que a contribuição do estudo para o campo odontológico é particularmente importante. Ela explicou que ele destaca a necessidade de levar os aspectos fisiológicos da saúde da mulher em consideração para a saúde geral e de aconselhá-los adequadamente no planejamento de prevenção personalizada. Ela acrescentou que a conscientização do fato de que a saúde oral da mulher é mais vulnerável durante o ciclo menstrual ajudará a melhorar a higiene oral e ajudará a adotar medidas de triagem profissional apropriadas durante esses períodos, bem como a reforçar a prevenção de doenças orais como a gengivite.</p>



<p>O estudo, intitulado &#8220;Disbiose do microbioma oral humano durante o ciclo menstrual e vulnerabilidade às exposições externas do fumo e do açúcar dietético&#8221;, foi publicado online em 11 de fevereiro de 2021 no Frontiers in Cellular and Infection Microbiology, antes de ser incluído em um número.</p>



<p>Felipe Arcas</p>
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		<title>Vinho tinto pode auxiliar na proteção de seus dentes</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 19:53:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você aprecia ocasionalmente uma taça de vinho tinto? Se assim for, há ainda outro motivo para levantar um brinde. Pesquisadores já haviam estabelecido que uma taça de vinho tinto por dia pode proteger contra doenças cardiovasculares, diabetes e doenças neurodegenerativas. Mais recentemente, um grupo de cientistas espanhóis afirmou que o vinho tinto também pode proteger [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você aprecia ocasionalmente uma taça de vinho tinto? Se assim for, há ainda outro motivo para levantar um brinde. Pesquisadores já haviam estabelecido que uma taça de vinho tinto por dia pode proteger contra doenças cardiovasculares, diabetes e doenças neurodegenerativas. Mais recentemente, um grupo de cientistas espanhóis afirmou que o vinho tinto também pode proteger dentes e gengivas contra as bactérias que causam cáries e doenças gengivais.</p>



<p>O estudo, conduzido por M. Victoria Moreno-Arribas no Instituto de Investigação em Ciências da Alimentação, em Madri, examinou os efeitos de dois polifenóis em bactérias comumente encontradas na boca. Particular atenção foi dada às bactérias que causam cáries e doenças nas gengivas.</p>



<p>Os polifenóis são um tipo de molécula predominante no vinho tinto e também em várias plantas e frutos. O estudo usou células que modelam o tecido da gengiva para testar os efeitos de dois polifenóis do vinho tinto. Os resultados do teste indicaram que os polifenóis inibiram a adesão bacteriana aos fibroblastos humanos em até 40%.</p>



<p>Os cientistas também adicionaram uma espécie de microbioma oral (conjunto de microorganismos encontrados na boca) que parece agir como um probiótico. A capacidade de bloquear a adesão bacteriana foi ainda mais pronunciada quando os polifenóis foram combinados com o probiótico oral.</p>



<p>Os pesquisadores concluíram que estudos adicionais são necessários para avaliar o potencial dos polifenóis como terapias preventivas no manejo de doenças cariogênicas e periodontais, mas que o estudo representa um começo promissor para essa associação.</p>



<p>Felipe Arcas</p>
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		<title>PREGABALINA – aspectos importantes na Odontologia</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 19:52:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A pregabalina é um medicamento pertencente à classe dos anticonvulsivantes e foi introduzida no mercado em 2004 especialmente para esse fim. No entanto, depois de vários estudos, sua eficácia foi comprovada também, no tratamento de dores neuropáticas periféricas, fibromialgia e transtornos de ansiedade generalizada. Essa substância atua no sistema nervoso central bloqueando canais de cálcio, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A pregabalina é um medicamento pertencente à classe dos anticonvulsivantes e foi introduzida no mercado em 2004 especialmente para esse fim. No entanto, depois de vários estudos, sua eficácia foi comprovada também, no tratamento de dores neuropáticas periféricas, fibromialgia e transtornos de ansiedade generalizada.</p>



<p>Essa substância atua no sistema nervoso central bloqueando canais de cálcio, possui efeitos analgésicos e ansiolíticos associados, não é um medicamento antidepressivo e deve ser sempre receitado por um médico.</p>



<p>Na prática odontológica, muitos pacientes com fibromialgia diagnosticada chegam tomando esse medicamento (leia o artigo DTM e fibromialgia) e cuidados especiais devem ser tomados no tratamento desses pacientes.</p>



<p>Entre os efeitos colaterais que são investigados nos pacientes que fazem uso desse medicamento estão insônia, dor de cabeça e a boca seca, condições importantes tanto para o tratamento clínico quanto para o tratamento das Disfunções Temporomandibulares (DTM).</p>



<p>Nos pacientes com DTM que necessitam de intervenção medicamentosa como por exemplo a ciclobenzaprina (Miosan), a interação com a pregabalina pode causar sonolência excessiva, dificuldade de concentração e coordenação prejudicada. Além disso a pregabalina também interage com opioides como a oxicodona que tem sido receitada em casos de dores crônicas e o consumo de álcool aumenta os riscos de efeitos colaterais.</p>



<p>Alguns nomes comerciais desse medicamento são: Limiar, Dorene, Insit, Proleptol e Prefiss.</p>



<p>Luciana Arcas</p>
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		<title>Implantes Piratas: uma triste realidade</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 19:50:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um artigo da 2015 da Folha de São Paulo trouxe um dado alarmante: Um terço dos implantes dentais utilizados nos consultórios brasileiros são “piratas”. Sabia que isso até acontecia, porém os dados me impressionaram e não tinha a menor ideia de tais números. As soluções sugeridas no artigo para segurança do paciente devem ser realizadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um artigo da 2015 da Folha de São Paulo trouxe um dado alarmante: Um terço dos implantes dentais utilizados nos consultórios brasileiros são “piratas”. </p>



<p>Sabia que isso até acontecia, porém os dados me impressionaram e não tinha a menor ideia de tais números. As soluções sugeridas no artigo para segurança do paciente devem ser realizadas mas isso não é tudo. </p>



<p>Desde que ingressei na Implantodontia sempre utilizei implantes rastreáveis, com garantia e que em suas embalagens contém uma etiqueta em duas ou três vias com todos os dados de rastreabilidade daquela unidade, porém isso é o básico, todas as marcas aprovadas pela ANVISA seguem esse padrão. </p>



<p>As empresas rastreiam suas produções desde a chegada da matéria-prima e controlam todo processo minuciosamente, o que pessoalmente já tive a oportunidade de verificar visitando várias fabricas brasileiras e também as dos implantes importados com os quais eu trabalho. </p>



<p>Muitas marcas fornecem certificados de garantia vitalícia, mas isso está restrito à problemas de manufatura e não envolvem a maioria dos casos de intercorrências, normalmente relacionados à inflamações por acúmulo de biofilme ou eventuais traumas, por isso a manutenção periódica deve ser realizada rigorosamente, assim como é recomendada e necessária para os dentes naturais. </p>



<p>Um artigo publicado no Journal of Dental Research (2015) por um grupo de pesquisadores independentes mostrou que há diferença na segurança e índice de sucesso dos implantes dentais, tanto em curto como em longo prazo, ou seja, mesmo entre implantes devidamente legalizados há variação nos resultados. </p>



<p>A marca Straumann, uma das que mais utilizo, apresentou os melhores resultados com diferenças significativas para outras grandes marcas de renome mundial e aproveitaram para levantar uma questão polêmica em suas redes sociais sob o título “Marca Importa”. </p>



<p>Concordo, não que implantes devam ser de “grife”, até porque osso não conhece marca, mas sim, reconhece qualidade. </p>



<p>Sem dúvida há um universo de variações e devemos nos atentar que, como tudo na vida, vai desde o aceitável (para não falar dos piratas) até os com tecnologia de ponta. </p>



<p>Obviamente diversos fatores estão envolvidos no sucesso de um implante dental, como a capacitação e experiência do profissional, a saúde e cuidados do paciente, mas aí já é assunto para outro texto. </p>



<p>Felipe Arcas<br></p>
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